04 março 2023

Atividades desenhos e sugestões dia do circo

Comemora-se o Dia do Circo em 27 de março, numa homenagem ao palhaço brasileiro Piolin, que nasceu nessa data, no ano de 1897, na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo.

Considerado por todos que o assistiram como um grande palhaço, se destacava pela enorme criatividade cômica e pela habilidade como ginasta e equilibrista. Seus contemporâneos diziam que ele era o pai de todos os que, de cara pintada e colarinho alto, sabiam fazer o povo rir.

Como surgiu o circo

É praticamente impossível determinar uma data específica de quando ou como as práticas circenses começaram. Mas pode-se apostar que elas se iniciaram na China, onde foram encontradas pinturas de 5 000 anos, com figuras de acrobatas, contorcionistas e equilibristas. Esses movimentos faziam parte dos exercícios de treinamento dos guerreiros e, aos poucos, a esses movimentos foram acrescentadas a graça e a harmonia.

Conta-se ainda que no ano 108 a.C aconteceu uma enorme celebração para dar as boas-vindas a estrangeiros recém-chegados em terras chinesas. Na festa, houve demonstrações geniais de acrobacias. A partir de então, o imperador ordenou que sempre se realizassem eventos dessa ordem. Uma vez ao ano, pelo menos.

Também no Egito, há registros de pinturas de malabaristas. Na Índia, o contorcionismo e o salto são parte integrante dos espetáculos sagrados. Na Grécia, a contorção era uma modalidade olímpica, enquanto os sátiros já faziam o povo rir, numa espécie de precursão aos palhaços.

No palco da história

Por volta do ano 70 a.C, surgiu o Circo Máximo de Roma, que um incêndio destruiu totalmente, causando grande comoção. Tempos depois, no ano 40 a.C, construíram no mesmo lugar o Coliseu, com capacidade para 87 mil pessoas. No local, havia apresentações de engolidores de fogo, gladiadores e espécies exóticas de animais.

Com a perseguição aos seguidores de Cristo, entre os anos 54 e 68 d.C, esses lugares passaram a ser usados para demonstrações de força: os cristãos eram lançados aos leões, para serem devorados diante do público.

Os artistas procuraram, então, as praças, feiras ou entradas de igrejas para apresentarem às pessoas seus malabarismos e mágicas.

Ainda na Europa do século XVIII, grupos de saltimbancos se exibiam na França, Espanha, Inglaterra, mostrando suas habilidades em simulações de combates e na equitação.

O circo moderno

A estrutura do circo como o conhecemos hoje teve sua origem em Londres, na Inglaterra. Trata-se do Astley’s Amphitheatre, inaugurado em 1770, pelo oficial inglês da Cavalaria Britânica, Philip Astley.

O anfiteatro tinha um picadeiro com uma arquibancada próxima e sua atração principal era um espetáculo com cavalos. O oficial percebeu, no entanto, que só aquela atração de cunho militar não segurava o público e passou a incrementá-la com saltimbancos, equilibristas e palhaços.

O palhaço do lugar era um soldado, que entrava montado ao contrário e fazia mil peripécias. O sucesso foi tanto, que adaptaram novas situações.

Era o próprio oficial Astley quem apresentava o show, vindo daí a figura do mestre de cerimônias

Quando o circo chegou ao Brasil

No Brasil, a história do circo está muito ligada à trajetória dos ciganos em nossa terra, uma vez que, na Europa do século dezoito, eles eram perseguidos. Aqui, andando de cidade em cidade e mais à vontade em suas tendas, aproveitavam as festas religiosas para exibirem sua destreza com os cavalos e seu talento ilusionista.

Procuravam adaptar suas apresentações ao gosto do público de cada localidade e o que não agradava era imediatamente tirado do programa.

Mas o circo com suas características itinerantes aparece no Brasil no final do século XIX. Instalando-se nas periferias das cidades, visava às classes populares e tinha no palhaço o seu principal personagem. Do sucesso dessa figura dependia, geralmente, o sucesso do circo.

O palhaço brasileiro, por sua vez, adquiriu características próprias. Ao contrário do europeu, que se comunicava mais pela mímica, o brasileiro era falante, malandro, conquistador e possuía dons musicais: cantava ou tocava instrumentos.

Circo contemporâneo

Circo contemporâneo é o que se aprende na escola. Fenômeno conseqüente das mudanças de valores na sociedade e suas novas necessidades. Grande parte dos profissionais do circo mandaram seus filhos para a universidade, fazendo com que as novas gerações da lona trabalhem mais na administração.

Em fins dos anos 70, começam a aparecer as primeiras escolas de circo, no mundo inteiro. Na França, a primeira a surgir foi a Escola Nacional de Circo Annie Fratellini, em 1979, com o apoio do governo francês.

No Canadá, artistas performáticos têm aulas com ginastas e, em 1981, é criada uma escola de circo para atender à necessidade desses novos acrobatas.

Interessante lembrarmos, no entanto, que essa importância que o circo assume no mundo capitalista já era cultivada na ex-URSS, desde a década de 20. Data de 1921 a criação de uma escola de circo na União Soviética, que coloca o circo no patamar de arte, com inovação dos temas e das formas de apresentação.

Escolas e grupos brasileiros

No Brasil, a primeira escola de circo foi criada em São Paulo, em 1977, com o nome de Piolin (que é também o nome de um grande palhaço brasileiro). Funcionava no estádio do Pacaembu.

No Rio de Janeiro, surge em 1982 a Escola Nacional de Circo, abrindo oportunidades para jovens de todas as classes e vindos de diferentes regiões do país. Eles aprendem as novas técnicas circenses e, uma vez formados, montam seus próprios grupos ou vão trabalhar no exterior.

São muitos os grupos espalhados pelo Brasil afora. Citamos a Intrépida Trupe, os Acrobáticos Fratelli e a Nau de Ícaros.

Nossos palhaços

Carequinha, “o palhaço mais conhecido do Brasil” – ele mesmo se intitula assim – diz que os melhores palhaços que ele conheceu na vida foram Piolin, Arrelia e Chicarrão. Essa notoriedade de George Savalla Gomes, seu verdadeiro nome, se deve muito à TV. Comandou programas de televisão, gravou vários discos, e soube tirar dessa mídia o melhor proveito. A TV, para ele, não acabou nem vai acabar nunca com o circo. Segundo Carequinha, o circo é imortal.

“Sou contra circo que tem animais. Não gosto. O circo comum, sem animais, agrada muito mais.”
Carequinha

Denominado o “Rei dos Palhaços“, o senhor Abelardo Pinto morreu em 1973 e era conhecido no meio circense e no Brasil como o palhaço Piolin (era magro feito um barbante e daí a origem do apelido). Como Carequinha, Piolin trabalhou em circo desde sempre. Admirado pela intelectualidade brasileira, participou ativamente de vários movimentos artísticos, entre eles, a Semana de Arte Moderna de 1922.

“O circo não tem futuro, mas nós, ligados a ele, temos que batalhar para essa instituição não perecer”
Frase dita por Piolin, pouco antes de morrer

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas

Alguns estudiosos afirmam que o circo surgiu na Antiguidade, na Grécia ou no Egito; alguns apontam a origem do circo na China, mais de 5000 anos atrás. Há inúmeras versões sobre a origem do circo, dissonantes ou não, elas concordam em um sentido: o propósito de entreter e até enganar seus espectadores, o que ocorreu em muitos casos.

A versão do circo como conhecemos – com picadeiro, lona, números com animais – é recente e foi criada pelo suboficial inglês Philip Astley, por volta de 1770, que montou um espetáculo eqüestre que contava com saltadores e palhaços.

Não entraremos no mérito da origem do Circo, procuraremos, portanto, apresentar alguns exemplos que mais se prolongaram como espetáculos circenses ao longo da história da humanidade.

O Coliseu de Roma, um anfiteatro reconstruído pelo imperador romano Júlio César, por volta dos anos 40 a.C., onde cabiam 87 mil espectadores, atraídos pelas mais variadas atrações, tais como: homens louros das regiões nórdicas, animais exóticos, engolidores de fogo, e posteriormente gladiadores que lutavam até a morte – a atração mais esperada pelo público do Coliseu.

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A luta entre os gladiadores no Coliseu começou com o reinado de Nero (ano 54 a 68 da era cristã), era a instituição no Império Romano do chamado “panis et circense” (pão e circo), que

mudanças ou melhorias que poderiam abalar as bases do Império Romano.

As touradas na Espanha, uma prática que teve origem em Creta, onde o objetivo era domar e matar touros enfurecidos pelos gritos e pelos golpes de espadas aplicados pelos toureiros.

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A arte acrobática na China, utilizada em um torneio chamado “A batalha contra Chi-hu” (Chi-hu equivalente a chefe de tribo), que consistia em um exercício de batalha, com participantes portando chifres nas cabeças, lançando-se uns contra os outros em grupo de dois ou três. Conhecido como o “jogo das cabeçadas” na era do imperador Wu, da dinastia Han (220-206 a. C.), transformou-se e passou a chamar-se Pai-Hsi (os cem espetáculos). A encenação evoluiu e tomou a forma de espetáculos anuais, conhecidos como o Festival da Primeira Lua. Que ganhou novos números com o passar do tempo.

No Brasil, “o maior espetáculo da Terra” tem origens tão diversas, quanto dissonantes; consenso mesmo só existe no fato de se admitir que houve uma chamada “Idade do Ouro”, que segundo Omar Eliott, diretora da Escola Nacional de Circo no Rio de Janeiro durante o século XIX, os grandes circos estrangeiros vinham para cá aproveitando momentos econômicos favoráveis, como o ciclo da cana-de-açúcar, o “boom” da borracha e a ascensão do café, tomados como exemplos.

Os circos chegaram a ter entre seus espectadores, gente da nobreza e até mesmo imperadores.

Acredita-se que, com as constantes perseguições aos ciganos na Península Ibérica, muitos tenham chegado ao Brasil e entre suas atividades incluíam-se o adestramento de animais selvagens, o ilusionismo e as exibições com cavalos, conforme relata a pesquisadora Alice Viveiros de Castro, que afirma “sempre houve ligação dos ciganos com o circo”.

Atualmente, a grande maioria dos circos não usa mais animais em seus espetáculos, passou a contar com números mais ousados, primando pela encenação e pela profissionalização de seus componentes, com objetivo de competir com cinemas, teatros e outras formas de entretenimento.

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Fonte: www.brasilcultura.com.br

03 março 2023

Sugestões para o dia Internacional da mulher

 

1. Organize palestras no estilo TED talks inspirando mulheres

Com certeza, existem várias mulheres na sua empresa que enfrentaram bravamente os desafios da nossa sociedade. Muitas dessas mulheres levantaram suas vozes sobre violência doméstica, diversidade de gênero, poder feminino, machismo, autoestima e muitas outras questões que precisam ser discutidas. 

Nesse dia, pode-se organizar conversas para ouvir essas histórias. Porque apenas ouvi-las cria um círculo de energia positiva ao nosso redor.

Essas conversas inspiradoras e histórias da vida real fornecem muita energia e motivação que permanecem conosco por muito tempo depois que as conversas ou palestras terminam.

Igualmente, os homens também podem participar do Dia da Mulher no trabalho trazendo exemplos inspiradores de mulheres em suas vidas.

Como fazer na prática? Ofereça aos colaboradores uma plataforma para compartilhar histórias sobre as mulheres em suas vidas, que têm sido seus pilares de força e figuras inspiradoras.

Aliás, isso pode ser feito por meio de uma chamada no fim do dia com todo mundo ou até mesmo por meio de texto, onde cada pessoa envia a história para um canal específico.

 

2. Jogue o bingo do Dia Internacional da Mulher

O Bingo do Dia Internacional da Mulher incentiva todo mundo da equipe a aprender mais sobre as mulheres com quem trabalham, tanto no contexto pessoal quanto profissional.

Como fazer na prática? Primeiro, envie a cada pessoa uma cartela de Bingo (pode ser feito virtualmente). Em seguida, planeje um horário para jogar o bingo com todo mundo junto.

Se não for possível reservar um horário para todo mundo se reunir, os cartões podem ser enviados pela manhã e os colegas de trabalho conversam durante o dia em momentos livres.

Nós preparamos um modelo de cartela para o seu bingo:

cartela de bingo do dia da mulher

Em vez de marcar cinco quadrados consecutivos, recomendamos que os participantes marquem todos os quadrados para ganhar.

 

3. Dê presentes para o dia da mulher na empresa

Uma forma de expressar agradecimento às colaboradoras é dar presentes. Assim, se você trabalha em um escritório tradicional, distribua os presentes na mesa de cada colega de trabalho. Por outro lado, se sua equipe for remota, envie os presentes para suas colegas.

Ideias de bons presentes para o dia da mulher no trabalho:

  • Artigos de decoração para escritório;
  • Livros;
  • Suculentas ou plantas;
  • Itens de papelaria personalizada;
  • Camisetas, pijamas ou bonés;
  • Chinelos ou pantufas;
  • Garrafas de água ou canecas de café;
  • Lanches ou refeições gratuitas;
  • Cartões de presente.

Assim, para um gesto ainda mais significativo, compre os presentes de uma empresa de propriedade de mulheres.


Se você quer ações para o dia da mulher que saiam da caixa, evite distribuir presentes “femininos” estereotipados, como maquiagem, produtos para o corpo ou itens totalmente rosa. Ainda que, flores, vinho e chocolates sejam um pouco mais aceitáveis. 

Inclusive, não é preciso presentear apenas as mulheres. Pelo contrário, todos os colaboradores podem receber um presente como um gesto de agradecimento em homenagem ao dia.

 

4. Evidencie as mulheres que se destacam em sua empresa

Você provavelmente já está distribuindo prêmios mensais e anuais como parte de seu programa de gamificação e reconhecimento. Então, por que não organizar um prêmio especialmente para o Dia das Mulheres também?

Como fazer na prática? Realize uma cerimônia de premiação específica para homenagear as mulheres excepcionais de sua empresa.

Exemplos de categorias que podem ser premiadas para o Dia da Mulher no trabalho:

  • Mulher do ano
  • Melhor mentora
  • Melhor jogadora em equipe
  • Mais adaptável
  • Novata em ascensão
  • Líder extraordinária
  • Heroína humilde
  • Melhor conselheira

Lembre-se, o objetivo da premiação é chamar a atenção para a qualidade do trabalho de suas colegas de equipe, não para o gênero.

Leia também: 10 ideais para reconhecimento de funcionários

 

5. Crie o mural da igualdade de gênero para o Dia da Mulher na empresa

Incentive todos os colaboradores a se comprometer com uma ação para tornar o mundo e a empresa um lugar com maior igualdade de gênero, criando um mural com essas propostas. 

Como fazer na prática? 

  1. Escolha um lugar para o mural ficar fixado. 
  2. Explique o que é igualdade de gênero e por que um mundo com maior igualdade é importante.
  3. Incentive que todos se perguntem: “Que ação eu posso tomar para ajudar a criar um mundo com maior igualdade de gênero?”
  4. Diga para que todos escrevam seus nomes em um cartão, junto com a ação que ele/ela deseja realizar para ajudar a criar um mundo com maior igualdade de gênero. Por exemplo, “Vou ser o mentor de uma mulher e ajudá-la a organizar suas finanças”.
  5. Cole os cartões no mural.
  6. Incentive que todos tenham esse cartão em mente como um lembrete diário de sua promessa de ação.

Este ano, faça as coisas de forma um pouco diferente na sua empresa. Comemore as mulheres poderosas em seu meio por serem exatamente isso — poderosas.

 

6. Apoie projetos sociais 

Que tal aproveitar a data para incentivar boas ações?

Procure ONGs e projetos voltados a mulheres que estejam alinhados aos valores da empresa e coloque em prática ideias como:

  • Rifas beneficentes;
  • Arrecadação de alimentos, doações e itens de higiene pessoal;
  • Promoção de palestras sobre temas como educação financeira, dicas para criar um currículo bem estruturado;
  • Oferta de minicursos gratuitos sobre a área de atuação da sua empresa.

Incrível, né? Encontre um projeto próximo de você e incentive a participação de todos os funcionários. Afinal, a luta pelos direitos das mulheres deve ser coletiva.

 

7. Incentive o cuidado com a saúde mental das mulheres

Quando se fala em saúde da mulher, é comum associarmos isso a temas como prevenção do câncer de mama e câncer de colo do útero, mas pouco se debate sobre a saúde mental das mulheres. 

De acordo com um estudo realizado na Universidade de Oxfordas mulheres têm 40% mais chances do que os homens de sofrer algum transtorno mental. E quando o assunto é depressão, as chances aumentam para 75%. 

Levando esse contexto em consideração, é importante promover ações que incentivem o cuidado com a saúde da mente, como: rodas de conversas, debates com profissionais da área e momentos de autocuidado voltados à prática de atividades físicas, meditação e o incentivo à procura de ajuda médica.

Como profissionais da área de gestão de pessoas, é fundamental incentivar ações que promovam o bem-estar dos funcionários.


 

8. Ofereça sessões de mentoria

Crie oportunidades para mulheres em sua equipe serem mentoradas por outras pessoas em posições de liderança.

As sessões de mentoria são uma forma valiosa de desenvolvimento pessoal e profissional, especialmente para mulheres que buscam avançar em suas carreiras.

 

9. Faça uma sessão de treinamento sobre preconceito inconsciente

O preconceito inconsciente é uma forma de discriminação que muitas vezes passa despercebida.

Aqui estão algumas formas comuns de preconceito inconsciente que as mulheres podem enfrentar:

  1. Expectativas de gênero: as expectativas de gênero podem afetar a forma como as mulheres são percebidas no local de trabalho. Por exemplo, pode-se esperar que uma mulher seja mais emocional ou menos assertiva do que um homem, o que pode levar a julgamentos injustos e a uma menor consideração de suas habilidades e competências.
  2. Viés materno: o viés de maternidade é um tipo de preconceito inconsciente que pode afetar as mulheres no local de trabalho. Isso ocorre quando as mulheres são vistas como menos comprometidas com suas carreiras devido às suas responsabilidades familiares, como cuidar dos filhos.
  3. Suposições sobre habilidades: as mulheres podem enfrentar preconceitos inconscientes em relação às suas habilidades e competências. Isso pode levar a suposições injustas de que as mulheres não são tão boas em certas tarefas ou áreas de trabalho quanto os homens, mesmo que isso não seja verdade.
  4. Viés de afinidade: o viés de afinidade é um tipo de preconceito inconsciente que ocorre quando as pessoas se sentem mais inclinadas a apoiar e promover pessoas que se parecem ou se comportam como elas. Isso pode levar a uma maior promoção de homens e uma menor promoção de mulheres, especialmente em cargos de liderança.
  5. Estereótipos de gênero: os estereótipos de gênero podem afetar a forma como as mulheres são percebidas no local de trabalho. Por exemplo, pode-se esperar que as mulheres sejam mais amigáveis e mais propensas a trabalhar em equipe do que os homens, o que pode levar a uma menor consideração de suas habilidades individuais.

Esses são apenas alguns exemplos de preconceito inconsciente que as mulheres podem enfrentar no local de trabalho. É importante estar ciente dessas atitudes e trabalhar para superá-las, promovendo a igualdade de gênero e a inclusão no ambiente de trabalho.

Realizar uma sessão de treinamento sobre preconceito inconsciente pode ajudar a aumentar a conscientização sobre o assunto e incentivar a todos a serem mais conscientes e inclusivos.


 

10. Crie um grupo de afinidade

Crie um grupo de afinidade para mulheres em sua equipe.

Isso pode ser uma forma valiosa de construir uma comunidade de apoio e compartilhar experiências e recursos para o desenvolvimento profissional.


11. Fuja do óbvio: faça esse assunto ser uma pauta constante

Se a busca pela igualdade de gênero e o respeito às mulheres faz parte da cultura da sua empresa, não deixe essa temática ser abordada em uma data específica do ano. Você pode planejar e desenvolver ações que preencham todo o calendário, criando uma agenda que envolve os times em diferentes ocasiões no mês de março ou no decorrer do ano.

Com isso, você incentiva o engajamento dos colaboradores e fortalece o sentimento de valorização das mulheres não só no ambiente de trabalho, mas também fora dele.